29/03/2020

5 COISAS PARA FAZER NO PERÍODO DE QUARETENA

Aloha! Diretamente de dentro de casa, evitando a pandemia. Oi gente, tudo bem? Como estão as coisas por aí? Aqui em São Paulo a maioria das pessoas estão quietinhas dentro de casa, inclusive quem puder fazer o mesmo, é sempre uma boa escolha. Tem muita gente fazendo home office também, meu caso, e isso tem uma série de vantagens, como trabalhar de pijama por exemplo, e como o tempo de trasporte é descartado, o dia acaba ganhando mais horas livres. O contato com outras pessoas está me fazendo muita falta, mas se é por uma boa causa, logo as coisas melhoram. Por ponta de tudo isso, o post de hoje é uma opção para tentar driblar o tédio de ficar em casa, porque eu juro que existe um monte de coisas possíveis, sem precisar de muito e sem quebrar a quarentena, e eu separei cinco delas, que são basicamente o que eu já fiz até agora, olha:


Eu estava arrumado meu guarda-roupa a semana passada, e entre as roupas que descartei, separei algumas pra customizar. Eu sempre faço isso, e com o tempo de agora, vou dar uma cara nova para diversas delas, inclusive nas minhas jaquetas jeans, vou mostrar o resultado aqui.


Minha pós-graduação em mídias digitais está suspensa por conta da pandemia, provavelmente as aulas novas vão ser disponibilizas online, e enquanto isso não acontece, separei as matérias do semestre para ir dando uma estudada por cima, além de estar praticando mais inglês e estar finalizando um curso de Marketing Digital que estava pausado pelo tempo corrido. Intercalei todas as atividades de segunda à sexta, logo após o expediente de trabalho. Caso você esteja em dúvida ou o dinheiro esteja curto, a Fundação Getúlio Vargas e a plataforma Udemy disponibilizaram uma série de cursos grátis, tem muita coisa boa e á tudo muito dinâmico. Eu saparei os meus favoritos para vocês darem uma olhada:

O tanto que eu tô comendo não está escrito por aí, É SÉRIO GENTE! Quando a quarentena acabar eu provavelmente vou ter ganhado uns quilos de presente, mas é pra isso que existe FitDance, né? Enfim, ficar em casa também tem o ponto positivo de ter a cozinha a disposição sempre, e as receitas fáceis são as minhas favoritas, bolos, saladas, mousses. Achei duas receitas muito fáceis no youtube, já testei o brownie e funciona mesmo.

Apresento-lhes a provável campeã da quarentena, afinal quem ão tem série acumulada nem é gente! Eu estou dando preferência para de pegada mais engraçada e leve. Para a felicidade da nação, How I Meet Your Mother entrou para o catálogo da Amazon Prime e sexta temporada de Brookly Nine-Nine está novinha em folha lá no Netflix. Uma nova e uma old, tem pra todo mundo.

Isso depende muito de casa para casa, né? A minha mãe sempre gostou de cultivar plantas, então eu cresci no meio delas. A nossa casa tem inúmeras, de todas os tipos possíveis. Se interessar por elas está me fazendo um bem danado, principalmente agora que eu estou mais ligada no mundo da meditação. A sensação de estar em ambientes abertos ao invés de dentro de casa é uma das melhores possíveis. Ah, e nem todo mundo tem espaço ou tempo pra cuidar, mas existem muitas espécies que não crescem tanto ou que necessitam de cuidados mínimos, como muitos dos cactos por exemplo.

Ninguém sabe ainda quanto tempo vamos precisar estar isolados o máximo possível, espero que logo a gente consiga voltar para as atividades de forma segura. Enquanto isso, me contem o que vocês estão fazendo para passar o tempo. Até a próxima!

21/07/2019

12 MÚSICAS PARA RELAXAR A SEMANA

ALOHA! Não, não é uma miragem da sua cabeça. Depois de um tempão sem escrever, eu resolvi voltar pra cá. A saudade que eu tava de compartilhar minha vida aqui, aconteceu várias coisas nesse meio tempo, e eu prometo colocar tudo em ordem (juro até de dedinho). O ano está uma loucura, tanto que já passou da metade e só agora consegui organizar meu tempo e tirar a poeira do blog, espero que gostem do visual novinho em folha que ele ganhou. Mas voltando ao que interessa, acho digno iniciarmos os trabalhos com música, tanto que montei uma playlist com tudo que ando escutando ultimamente, muitas coisas nem mudaram, mas conheci outras maravilhosas também. Espero que gostam, e que se acostumem com a gente de voltaaaa. A última semana do mês é a que mais trabalho, esses sons vão ser salvadores por aqui, ufa!


Tá super misturada dessa vez, né? Quase ninguém conhece spin with you, o que não faz sentido nenhum na minha cabeça, socorro. Essa do The Neighbourhood é a minha favorita do EP, e a do Seafret é a nova dona do meu coração, eu fui no show deles aqui no Brasil no começo desse mês e agora eu tô mais apaixonada que nunca, muito reizinhos (vou fazer um post sobre isso logo logo). Ah, não esquece de me contar o que está escutando também, tá? Até a próxima!

01/07/2018

ENTRELINHAS

Eu, que nunca duvidei da minha complicação, de todas as ideias estranhas que brotam na minha cabeça em pleno café da manhã e da mania de tentar enxergar as palavras além do que elas significam, talvez tenha percebido que não era sobre a complicação em si. Era sobre as minhas entrelinhas. Sobre o que meus olhos sempre dizem, e como eles me traem, tentando explicar o que veem quase sempre não da forma como eu queria. Como folhas grudadas em um caderno velho, que passam despercebidamente por alguém que não tenha capacidade de enxergar além de um sorriso ou de uma respiração pesada.
Talvez as minhas entrelinhas também sejam complicadas, misturando o disco novo do Vance Joy com o meu favorito do Oasis, mas o fato é de quando, e como, alguém consegue ver elas. Entender elas. A minha perspectiva, ou a minha constante como prefiro dizer, é um tanto quanto diferente, porque eu não dou a mínima para onde alguém pode me levar, eu nem se quer tenho paciência. Eu quero é saber os detalhes pequenininhos, as histórias das cicatrizes, sabe? A tarde do verão esperando o por-do-sol laranja, as mãos entrelaçadas, e principalmente, a capacidade de enxergar uma pessoa além do que ela aparenta. A sabedoria de decifrar um sorriso quando ele for triste, porque isso pode acontecer umas trinta e sete vezes no mesmo dia, com umas trinta e sete pessoas diferentes. Às vezes um "não", pode significar um "com certeza", e uma escolha mude o sentido das coisas. Um conselho? Nunca tenha expectativas.
As pessoas deveriam prestar atenção nessas coisas, todas elas. Todas as coisas e todas as pessoas. Sabe, o lance da complicação nem sempre precisa ser dessa forma, porque se todas as pessoas fossem complicadas assim, calma, se toda complicação significasse ser capaz de ler uma entrelinha e conseguir lidar com ela depois, eu queria que todo mundo fosse complicado também. Tão complicado quanto esse texto, afinal.